Sexta-feira, Outubro 20, 2006
Casos reais
É muito engraçado observar a criatividade humana e a necessidade do homem em ser diferente. Todos precisam ter o seu destaque, a sua fama, apesar de muitos negarem isso.
Sim, eu sei que toda regra tem excessão, mais quando eu generalizo, eu falo na verdade pela maioria e me incluo.
Não acho isso errado, se bem que em certas situações, sem dúvida uma melância cairia melhor. Todo mundo tem o direito de ter um diferencial. Indo mais longe, acho que todo mundo tem o dever de ter seu diferencial. Aquele "que" que nos distingue de todos os outros. Isso é ter personalidade!
Mas os excessos, quando não são desastrosos, pelo menos causam situações bem engraçadas.
Quando saiu aquela lei que restringe a liberdade dos pais em escolher os nomes dos filhos, eu fiquei feliz por alguém ter pensado na importância de impedir que insanidades como "Aeixa" fosse considerado nome. (não é Murinho?)
Durante a minha vida eu já conheci: Momorina, Boasvindas, Quinzinho, Clérida, entre outras pérolas que não consigo me lembrar agora. Atualmente trabalho com o Protassio que ja citei neste post. Sem falar nos Maike Jecksons, Mike Tison e afins que já conheci, utilizando-se desta grafia mesmo, creiam.
Pois é, estes casos foram definitivamente solucionados.
Mas mesmo com todo esforço, a lei não tem como intervir em certas criatividades.
Ela proíbe nomes estrambólicos e esquisitices, mas os pais que insistem em ser diferentes sempre dão um jeitinho.
Hoje lendo um jornal local, chorei de rir.
Era uma homenagem a dois empresários, também locais. Dois irmãos que fundaram uma empresa e receberam o prêmio empresário do ano.
Bom, Luiz e Roberto são nomes absolutamente normais. Logo a lei jamais poderia impedir de serem registrado como tais.
Então é claro, os pais registraram ambos.
Um, Luiz Roberto.
O outro?
Roberto Luiz!
Criativo não?
Gostaria de saber se eles têm um terceiro irmão...